Villa BaixaVilla Baixa

Sobre

O edifício foi reconstruído no mais puro respeito pela tradição arquitectónica dos edifícios Pombalinos. Destaca-se, aliás, a entrada principal, ao nível da rua, cuja porta – encimada por detalhes que lembram pequenas ondas – é do séc. XVIII. Assim como o arco de pedra e os degraus gastos e polidos em mármore branco que nos levam a sonhar com quem por lá passou…

O Villa Baixa tem 14 apartamentos espalhados por 5 pisos. Azulejos, janelas luminosas, cores suaves, conforto e pormenores da pedra original nos vãos das janelas, são elementos comuns a todos eles.

Todos os apartamentos possuem uma kitchnette equipada com frigorífico, micro-ondas, fogão em placa, chaleira e torradeira e aindaloiça da conhecida fábrica da Vista Alegre, uma porcelana com uma longa tradição (séc. XIX) que ocupou a mesa da Casa Real Portuguesa durante muitos anos. As casas de banho são revestidas a mármore e muito amplas. As salas têm sofás-cama muito confortáveis e plasmas com canais por cabo. Ar condicionado, vidros duplos insonorizados nas janelas e cofres, completam a oferta de um edifício cool e particularmente bem localizado.

O Bairro

O Villa Baixa encontra-se em plena Baixa Pombalina, o bairro onde se “ía às compras” no período que decorreu do século XIX até meados dos anos 70 do século XX. Considerada, ainda, como o coração da cidade de Lisboa, a Baixa é hoje em dia uma zona de edifícios reabilitados, comércio, animação de rua, cafés onde nunca faltam os maravilhosos “pastéis de nata” e muitos restaurantes genuínos.

Como qualquer “downtown”, daqui irradiam ruas que ligam a Baixa a outros pontos de referência da capital, como sejam o velho bairro de Alfama, com o seu emaranhado de ruas, onde tanto se avistam muros que escondem palácios da velha aristocracia portuguesa, como se visitam pequenos bares onde se canta o fado e o vinho se consome à luz de velas. Este é o bairro do fado por excelência, um bairro fundado pelos Árabes nos idos 700 da era cristã. Curiosamente Alfama foi muito pouco afectado pelo grande terramoto de 1755, o que lhe permitiu conservar um charme único, feito de tradição, belos monumentos e vistas deslumbrantes sobre o Tejo (para além dos miradouros, a visita ao terraço do convento de São Vicente de Fora constitui um momento inesquecível).

É também aqui, a pouco mais de 100 metros do Villa Baixa, que passa o eléctrico 28, famoso por percorrer grande parte de Lisboa antiga. A sua última paragem é próxima da Casa Museu Fernando Pessoa, o espaço ideal para conhecer um pouco da vida de um dos grandes vultos da literatura portuguesa.

A “walking distance” do Villa Baixa, temos também a Rua Augusta a terminar num imponente arco – a visitar! -, que abre para a maravilhosa Praça do Comércio (anteriormente designada por Terreiro do Paço, ou seja, “campo do palácio do rei”), considerada das praças mais belas do mundo, que sempre gozou de grande importância desde que a Corte se estabeleceu em Lisboa a partir de 1385 – anteriormente a capital do reino era Coimbra).

Perto está também o belo Largo do Rossio, o Teatro Nacional Dona Maria II e a recuperada estação do Rossio, de traça “manuelina”, que liga Lisboa à vila que apaixonou Lord Byron no século XVIII: Sintra. 

Na outra direcção encontramos o Cais do Sodré, ponto de partida, por comboio, para a linha de Cascais. A viagem, que dura cerca de 30 minutos, oferece vistas muito bonitas sobre o rio e o estuário do Tejo, terminando na antiga vila piscatória de Cascais, onde o rei e a corte portuguesa passavam férias no Verão. O Cais do Sodré é também uma referência para a vida nocturna lisboeta, com muitos bares e restaurantes.

Lisboa é esta babel de luz, de côr, de casas decadentes e prédios modernos, de tascas tradicionais e restaurantes sofisticados, de lojas cinzentas e tristes, onde se vende roupa “démodé” (Rua dos Fanqueiros), e de outras, como a renovada Avenida da Liberdade, que integra lojas de muitos dos maiores estilistas mundiais. Uma babel diferente de qualquer cidade europeia e capital de um país que se orgulha das suas raízes milenares, da sua História, e de possuir um carácter aventureiro e audaz que levou o seu povo, dos sécs XV ao XVI, aos quatro cantos do mundo.

Visite Lisboa. Fique no Villa Baixa e deixe-se encantar pelo charme desta cidade.

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